Arquitetura da copa do cafeeiro arábica conduzido com diferentes números de ramos ortotrópicos

Autores

  • Tafarel Victor Colodetti Centro de Ciências Agrárias e Engenharias da Universidade Federal do Espírito Santo
  • Marcelo Antonio Tomaz Centro de Ciências Agrárias e Engenharias da Universidade Federal do Espírito Santo
  • Wagner Nunes Rodrigues Centro de Ciências Agrárias e Engenharias da Universidade Federal do Espírito Santo
  • Abraão Carlos Verdin Filho Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (INCAPER)
  • Paulo Cezar Cavatte Centro de Ciências Agrárias e Engenharias da Universidade Federal do Espírito Santo
  • Edvaldo Fialho dos Reis Centro de Ciências Agrárias e Engenharias da Universidade Federal do Espírito Santo

Palavras-chave:

Cafeeiro arábica, manejo, produtividade, adensamento.

Resumo

O estudo do comportamento do cafeeiro arábica conduzido com mais de um ramo ortotrópico surge como alternativa de melhoria da arquitetura da copa e produção da lavoura cafeeira. Nesse contexto, objetivou-se com o presente estudo, analisar a arquitetura da copa do cafeeiro arábica conduzido com diferentes números de ramos ortotrópicos por planta. Para isso, um experimento foi conduzido com manejo do número de ramos ortotrópicos em três níveis (1, 2 e 3 ramos por planta) e oito repetições, seguindo delineamento em blocos casualizados. Foram avaliadas variáveis relacionadas à arquitetura da copa e à produção de café por planta. Os resultados demonstraram que plantas com dois ou três ramos ortotrópicos apresentaram aumentos na área e volume de copa, na densidade de enfolhamento, na área foliar dos ramos plagiotrópicos, no número total de ramos plagiotrópicos por planta e na produção de café beneficiado. Verificou-se que a condução do cafeeiro arábica com dois ramos ortotrópicos possibilitou melhorias nas características relacionadas à arquitetura de copa das plantas, além da maior produção de café beneficiado por planta e melhor distribuição percentual de grãos em peneiras maiores (grãos maiores e massa mais homogênea).

Biografia do Autor

Tafarel Victor Colodetti, Centro de Ciências Agrárias e Engenharias da Universidade Federal do Espírito Santo

Programa de Pós-Graduação em Produção Vegetal, área de Fitotecnia

Marcelo Antonio Tomaz, Centro de Ciências Agrárias e Engenharias da Universidade Federal do Espírito Santo

Departamento de Agronomia, área de Fitotecnia

Wagner Nunes Rodrigues, Centro de Ciências Agrárias e Engenharias da Universidade Federal do Espírito Santo

Programa de Pós-Graduação em Produção Vegetal, área de Fitotecnia

Abraão Carlos Verdin Filho, Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (INCAPER)

Fazenda Experimental de Marilândia

Paulo Cezar Cavatte, Centro de Ciências Agrárias e Engenharias da Universidade Federal do Espírito Santo

Departamento de Biologia, área de Fisiologia Vegetal

Edvaldo Fialho dos Reis, Centro de Ciências Agrárias e Engenharias da Universidade Federal do Espírito Santo

Departamento de Engenharia Rural, área de Estatística Aplicada à Experimentação Agrícola

Publicado

2018-12-20

Edição

Seção

PRODUÇÃO VEGETAL