Submissões

A revista não está aceitando submissões neste momento.

Diretrizes para Autores

Submissões

 

Os trabalhos devem ser submetidos exclusivamente on line acessando-se o site: https://mc04.manuscriptcentral.com/rceres-scielo

 

 

Tipos de Documentos Aceitos

 

A Revista Ceres publica Artigos, Comunicações, Revisões (a convite), Cartas ao Editor e Preprints.

Artigo: Deve relatar um trabalho original completo, em que a reprodutibilidade dos resultados está claramente estabelecida.

Comunicação: Deve relatar resultados conclusivos e não dados preliminares. É um formato alternativo para descrever, de forma mais concisa, resultados parciais de um trabalho mais amplo, ou de relatar resultados conclusivos baseados em um menor volume de dados.

Revisão: Deve reportar, em profundidade, o estado da arte de determinado tema, após convite da Comissão Editorial. Não há limite de páginas.

Carta ao editor: Deve retratar, de forma informal, algum tema técnico-científico de interesse da comunidade de ciências agrárias ou biológicas. Sua publicação fica a critério da Comissão Editorial.

Preprint: Deve seguir as mesmas orientações dos artigos.

 

 

Idioma

 

A Revista Ceres aceita a submissão de artigos somente em língua inglesa. O domínio do inglês padrão também é critério fundamental para a avaliação do artigo. Portanto, sugere-se aos autores que não têm proficiência em Língua Inglesa que enviem o manuscrito a um revisor competente para fazer a revisão do artigo. Os autores que quiserem sugestão de revisores/tradutores devem enviar um e-mail para ceres@ufv.br .

Em caso de um editor associado, ou da comissão editorial, apontar a necessidade de revisão linguística de um manuscrito, essa revisão deverá ser realizada por pessoa ou empresa qualificada e, após a revisão, o autor correspondente deverá encaminhar à revista um certificado atestando a revisão do artigo.

 

 

Autoria

 

Para ser considerado autor de um artigo, o pesquisador precisa ter contribuído de forma significativa para a concepção e/ou desenvolvimento da pesquisa e/ou redação do manuscrito e, obrigatoriamente, para a revisão e aprovação da versão final. Além disso, todos os autores devem possuir registro  ORCID - Connecting Research and Researchers, que deve ser informado no ScholarOne no momento da submissão, pois será incluído na publicação.

Seguindo as recomendações da Ciência Aberta e visando maior transparência no processo de avaliação, a Revista Ceres incentiva os autores a incluírem seus nomes e vínculos institucionais no próprio artigo. No entanto, caso optem por manter o anonimato durante a avaliação, a autoria pode ser enviada separadamente em uma folha de rosto.

 

 

Mudanças na ordem de autoria, inserções e remoções de coautores

 

Se houver necessidade de modificação na autoria do artigo em fase de avaliação (inclusão ou exclusão de autor, ou alteração na ordem de autoria) o autor correspondente deverá enviar uma solicitação formal, por e-mail, justificando a necessidade dessa alteração. Esse documento deverá ser assinado por todos os autores – incluindo aqueles cujos nomes estão sendo incluídos, removidos ou trocado de posição – e enviado para o e-mail ceres@ufv.br

Somente em circunstâncias excepcionais o Editor considerará a adição, exclusão ou reorganização de autores após a aceitação do manuscrito. Enquanto o Editor considera a solicitação, a publicação do manuscrito ficará suspensa. Caso o manuscrito já tenha sido publicado, quaisquer solicitações aprovadas pelo Editor resultarão em retificação.

 

 

Formatação do texto

 

O texto deve ser digitado em Microsoft Word, justificado, em espaço duplo, fonte Times New Roman, tamanho 12. O formato da página deverá ser A4, com margens de 3 cm. As linhas do texto devem apresentar numeração contínua.

 

 

Tamanho do artigo

 

Os artigos devem ter, no máximo, 25 páginas, incluindo-se as referências, figuras e tabelas. As comunicações devem ter, no máximo, 15 páginas, incluindo-se as referências, figuras e tabelas.

 

 

Estrutura do artigo e comunicação

 

a. Título

Deverá ter, no máximo, 20 palavras, centralizadas e em negrito. A primeira palavra deverá ser grafada com inicial maiúscula; as demais devem ser gravadas com letras minúsculas, exceto em casos pertinentes (p. ex., nomes científicos; Phaseolus vulgaris). Se necessário, introduzir nota de rodapé, ao seu final, usando algarismo arábico sobrescrito (veja o item rodapé).

b. Autoria

Para atender às recomendações da Ciência Aberta e aumentar a transparência do processo de avaliação, os autores devem incluir seus nomes logo após o título do manuscrito, seguidos de seus respectivos registros ORCID. Contudo, caso prefiram manter o anonimato durante a avaliação, a autoria pode ser enviada em um documento separado (folha de rosto).

Cada nome de autor deve ser seguido por um número arábico sobrescrito, que remeterá a uma nota de rodapé com sua afiliação institucional.

A primeira nota de rodapé deve estar vinculada ao título e conter informações sobre a origem do trabalho (por exemplo, se foi extraído de dissertação ou tese) e as fontes de financiamento. As notas subsequentes devem indicar a afiliação dos autores, seguindo a ordem: instituição, departamento (se houver), cidade, estado (sigla), país e e-mail. Autores vinculados à mesma instituição e ao mesmo departamento devem ser agrupados na mesma nota de rodapé.

O autor correspondente deve ser identificado com um asterisco (*) ao final de seu nome na lista de autores. No rodapé, na última linha, deve-se incluir um asterisco seguido do e-mail do autor correspondente.

Exemplo:
*Corresponding author: maria@ufv.br

c. Resumo

O título desta seção deve ser escrito com letras maiúsculas, alinhado à esquerda e ter aplicação de negrito. Essa seção deve conter no máximo 200 palavras e ter apenas um parágrafo. O texto deve conter, em linhas gerais, a hipótese, os objetivos, material e métodos utilizados, resultados expressivos alcançados e a conclusão. O texto deve ser iniciado na linha subsequente ao título dessa seção.

d. Palavras-chave

Devem ter um número mínimo de três, e máximo de seis palavras, e devem ser citadas em parágrafo subsequente ao resumo. Devem ser grafadas com inicial minúscula (exceto os nomes científicos) e separadas por ponto e vírgula, sem repetir palavras contidas no título do trabalho.

e. Destaques

Devem ter um número mínimo de três, e máximo de cinco frases, as quais devem indicar as principais contribuições do artigo, sem replicar exatamente as conclusões. Os destaques não devem ultrapassar 85 caracteres, incluindo espaços.

f. Introdução

O título desta seção deve ser escrito com letras maiúsculas e alinhado à esquerda. A introdução deve ater-se ao problema do trabalho em pauta, situando o leitor quanto à sua importância, hipótese da pesquisa e os objetivos, estando estes últimos claramente expressos ao final da introdução.

g. Material e métodos

O título desta seção deve ser escrito com letras maiúsculas e alinhado à esquerda. A seção deve ser redigida com detalhes suficientes para que o trabalho possa ser repetido. A Revista Ceres requer que estejam especificados, no artigo, os procedimentos estatísticos, incluindo: o delineamento utilizado, o número de repetições e a técnica estatística empregada. Quando não houver delineamento, o artigo deve descrever claramente como foi feita a condução da pesquisa, e qual a técnica estatística utilizada para a análise dos dados.

Obs: A seção MATERIAL E MÉTODOS pode conter subseções, indicadas por subtítulos escritos em itálico e negrito, iniciados por letras maiúsculas e centralizados.

h. Resultados e discussão

O título desta seção deve ser escrito com letras maiúsculas e alinhado à esquerda. O texto deve ser claro e conciso, apoiado na literatura pertinente. 

RESULTADOS E DISCUSSÃO podem vir na mesma seção, ou em seções separadas e pode conter subseções, indicadas por subtítulos escritos em itálico e negrito, iniciados por letras maiúsculas e centralizados.

i. Conclusões

O título desta seção deve ser escrito com letras maiúsculas e alinhado à esquerda. As conclusões devem ser concisas e derivadas dos dados apresentados e discutidos. Cada conclusão deve constituir parágrafo novo.

j. Material Suplementar

Materiais suplementares são informações adicionais que são relevantes para a pesquisa publicada, mas não são essenciais para o entendimento principal do artigo. Esses materiais adicionais são fornecidos para apoiar, detalhar ou expandir a análise apresentada no artigo principal. O material complementar não deve ser citado no texto do artigo. Em seção própria a este fim, ele será indicado com um link para acesso.

Esse material deve conter títulos claros e pode incluir tabelas, gráficos, fotografias, planilhas ou texto adicional que forneça suporte ao conteúdo do artigo.

O material suplementar não é uma seção obrigatória no artigo. Quando enviado pelos autores, ele deverá ser anexado em “suplemental file” e será publicado exatamente como enviado pelo autor, não será diagramado.

A seção MATERIAL SUPLEMENTAR, deverá ser incluída após as conclusões, e conter a seguinte afirmação: “Supplementary data are available at: .…” Após aprovado o artigo, a revista inserirá o link para acesso ao material extra. A formatação do material suplementar (fonte, tamanho da fonte, espaçamento, margem, etc) deve seguir as mesmas normas do artigo.

k. Agradecimentos, suporte financeiro e divulgação completa

O título desta seção deve ser grafado com letras maiúsculas e alinhado à esquerda. Os autores devem informar se receberam financiamento ou apoio de instituições de incentivo à pesquisa.

Os autores devem declarar nesta seção se há, ou não, algum conflito de interesse na condução e publicação do trabalho, conforme orientações disponíveis em Conflito de Interesses, em POLÍTICAS EDITORIAIS.

l. Declaração de disponibilidade de dados

 O título desta seção deve ser escrito com letras maiúsculas e alinhado à esquerda. Esta declaração deve seguir as instruções contidas em DADOS ABERTOS, em POLÍTICAS EDITORIAIS.

O texto desta seção deve seguir uma das orientações abaixo, conforme a realidade de cada pesquisa.

  1. declarar que todos os dados oriundos da pesquisa que originou o manuscrito foram disponibilizados em um repositório de dados e informar o nome do repositório e os links de acesso de cada um dos arquivos de dados;
  2. declarar que todos os dados estão contidos no artigo (caso os autores não tenham outros dados senão aqueles utilizados no manuscrito).
  3. declarar o motivo pelo qual os dados não podem ser disponibilizados.

Exemplos de declaração:

i. “Todo o conjunto de dados que dá suporte aos resultados deste estudo foi disponibilizado no SciELO Data e pode ser acessado em [URL ou DOI]”.

ii. “Todo o conjunto de dados que dá suporte aos resultados deste estudo está disponível mediante solicitação ao autor correspondente [nome do autor correspondente]. O conjunto de dados não está publicamente disponível devido a [detalhar motivo da restrição, por exemplo, conter informação que compromete a privacidade dos participantes da pesquisa].”

iii. “Todo o conjunto de dados que dá suporte aos resultados deste estudo foi utilizado neste artigo.”

Os dados disponíveis no repositório poderão ser acessados pelos editores/revisores, no processo de avaliação por pares e, também, por qualquer pessoa que tenha interesse nesses dados a fim de reutilizá-los. Para isso, os arquivos devem ser disponibilizados com a licença CC-BY e devem seguir os princípios FAIR: findable (encontrável), accessible (acessível), interoperable (interoperável) e reusable (reutilizável).

m. Declaração de uso de ferramentas de inteligência artificial em redação científica

O título desta seção deve ser grafado com letras maiúsculas e alinhado à esquerda. Esta declaração deve seguir as instruções contidas na seção Adoção de software de Inteligência Artificial em POLÍTICAS EDITORIAIS.

Modelo da declaração Uso de Ferramentas de Inteligência Artificial em Redação Científica:


Durante a preparação deste trabalho os autores utilizaram [nome da ferramenta/serviço] para [motivo]. Após utilização dessa ferramenta, os autores revisaram e editaram o conteúdo, conforme necessário, e assumem total responsabilidade pelo conteúdo publicado.

Essa declaração não se aplica ao uso de ferramentas básicas de verificação gramatical, ortográfica, referências, etc. Se não houver nada a divulgar, não há necessidade de adicionar essa declaração.

n. Contribuição dos autores / Contributor Roles Taxonomy (CRediT)

Com o intuito de promover a transparência no processo de publicação e o reconhecimento da participação dos autores na pesquisa, a Revista Ceres solicita que sejam enviadas as contribuições específicas de cada um dos autores no desenvolvimento da pesquisa e elaboração do manuscrito. Para isso, os autores deverão adotar a nomenclatura do sistema de especificação CRediT (Contributor Roles Taxonomy). O autor correspondente é responsável por garantir que as descrições sejam precisas e concordadas por todos os autores. Modelo deste documento disponível aqui .

Caso os autores optem pelo anonimato no processo de avaliação, esta seção deverá ser enviada em um documento Word separado e anexada como 'supplemental file not for review'. Nesse caso, a equipe técnica da revista incorporará essa seção à versão final do artigo antes da publicação.

o. Referências

O título desta seção deve ser escrito com letras maiúsculas e alinhado à esquerda.  A Revista Ceres utiliza o estilo Vancouver para as referências, com o sistema numérico de citação. Clique aqui para acessar um guia para elaboração das referências e aqui para ver um modelo de artigo publicado na Revista Ceres.

 

 

Resumo gráfico

 

O resumo gráfico não é uma seção do artigo e deve ser enviado em um documento separado, anexado como “supplemental file” no momento da submissão.

O resumo gráfico (graphical abstract) é uma representação visual das principais conclusões do artigo. Ele serve para comunicar a ideia principal e as principais descobertas do trabalho de forma clara e concisa. Essa figura deve permitir que os leitores compreendam rapidamente a mensagem principal do artigo, sem precisar ler todo o texto, e ajudar os leitores a identificar mais rapidamente quais artigos são mais relevantes para seus interesses de pesquisa. 

A extensão utilizada no arquivo será TIFF, JPG ou JPEG, e a imagem precisa ter, no mínimo, 300dpi. Ele deverá ser enviado em documento separado, anexado em arquivos suplementares no momento da submissão.

 

 

Encaminhamento de arquivos

 

No ato da submissão os autores deverão enviar os seguintes arquivos:

a. Artigo (com ou sem identificação de autoria)
b. Folha de rosto (necessária apenas se a autoria não estiver no artigo)
c. Contribuição dos autores (apenas se esta seção não estiver no arquivo principal).
d. Resumo gráfico
e. Formulário de Conformidade com a Ciência Aberta
f. Material suplementar (opcional)

O artigo deve ser enviado como "main document"; a folha de rosto e as contribuições dos autores, como "suplemental file not for review” e o resumo gráfico e o material suplementar, como “suplemental file”.

 

 

Normas para figuras, tabelas e fórmulas

 

As figuras e tabelas devem ser posicionadas após sua chamada no texto. Elas devem ser numeradas com algarismos arábicos e as legendas devem ser posicionadas abaixo das figuras e acima das tabelas.
Figuras e tabelas não devem repetir os mesmos dados. Figuras devem apresentar resolução mínima de 300 dpi, em formato JPG. Toda ilustração que já tenha sido publicada deve conter, abaixo da legenda, dados sobre a fonte (autor, data) de onde foi extraída.

A referência bibliográfica completa relativa à fonte da ilustração deve figurar na seção REFERÊNCIAS.

a. Tabelas

O termo refere-se ao conjunto de dados alfanuméricos ordenados em linhas e colunas. Deve ser construída apenas com linhas horizontais de separação no cabeçalho e ao final da tabela. A legenda da tabela recebe inicialmente o termo “Tabela X”, onde X é o número (em algarismo arábico) que indica a ordem de apresentação da tabela no artigo. Esse termo é separado do enunciado da tabela por dois pontos e, no texto, a tabela é citada como “Tabela X”. Colunas compostas por números fracionários, devem ser alinhados pela vírgula.

b. Figuras

O termo refere-se a qualquer ilustração constituída ou que apresente linhas e pontos: desenho, fotografia, gráfico, fluxograma, esquema, etc. As legendas recebem inicialmente o termo “Figura X”, onde X é o número (em algarismo arábico) que indica a ordem de apresentação da figura no artigo. Esse termo é separado do enunciado da figura por dois pontos e, no texto, a figura é citada como “figura X”.

c.    fórmulas

As fórmulas devem ser inseridas utilizando-se recurso do próprio word, o microsoft equation. Não aceitamos artigos com equações em formato de imagem.

 

 

Informações Adicionais

 

A Revista Ceres utiliza o Sistema Internacional de Unidades (SI) e a tabela abaixo contém a forma correta de utilização dessas unidades no artigo:

Incorreto

Correto

72 hours

72 h

5 minutes

5 min

3 seconds

3 s

10 liters

10 L

20 ml

20 mL

3 tons

3 Mg

25°C

25 °C

3 m × 3 m

3 × 3 m

5%

5 %

4%, 6%, and 12%

4, 6, and 12 %

5 m and 16 m

5 and 16 m

1 M HCl

HCl 1 mol L-1 or 1 mol L-1 of HCl

1 mM

1 mmol L-1

grams per pot

g per pot

grams per plant

g per plant

tons per hectare per year

Mg ha-1 yr-1

Do not express solute concentration as normality

Use mol L-1

23°C to 27 °C

23 to 27 ° or 23-27 °C

Ca++

Ca2+

5 YR

5YR

4±0.2

4 ± 0.2

kg/ha, mol/L, Mg/m-3, etc.

kg ha-1, mol L-1, Mg m-3, etc.

 

 

 Áreas e subáreas de publicação


  1. Ômicas, Bioinformática e Biotecnologia Aplicadas à Agricultura

 

01.1 - Genômica estrutural, funcional e comparativa

Sequenciamento, montagem e anotação de genomas; genômica comparativa; pangenomas; variação estrutural e funcional.

01.2 - Transcriptômica, proteômica, metabolômica e epigenômica

Expressão gênica, perfis proteicos e metabólicos, regulação epigenética e respostas moleculares de organismos de interesse agrícola.

01.3 - Bioinformática, biologia computacional e integração multiômica

Desenvolvimento e aplicação de ferramentas computacionais, análise de sequências, redes biológicas e integração de dados ômicos.

01.4 - Genotipagem, marcadores moleculares e diagnóstico molecular

Desenvolvimento e aplicação de marcadores, identificação molecular, DNA barcoding, genotipagem de alta densidade e diagnóstico de organismos associados à agricultura.

01.5 - Engenharia genética, edição gênica e biologia sintética

Transformação genética, sistemas CRISPR, edição de genomas, construção de circuitos biológicos e desenvolvimento de organismos geneticamente modificados.

01.6 - Biotecnologia vegetal e cultura de tecidos

Cultivo in vitro, embriogênese somática, organogênese, regeneração, conservação in vitro e produção de metabólitos.

01.7 - Biotecnologia microbiana e bioprocessos agrícolas

Microrganismos promotores do crescimento, produção de inoculantes, enzimas, metabólitos, biodegradação e processos fermentativos aplicados à agricultura.

01.8 - Microbiomas e interações moleculares planta-microrganismo

Microbiomas de plantas e solos, endófitos, rizosfera, sinalização molecular e interações benéficas ou patogênicas investigadas por abordagens ômicas.

01.9 - Bioprospecção e desenvolvimento de bioinsumos

Prospecção de genes, microrganismos, moléculas, compostos naturais e processos com potencial agronômico.

01.10 - Biossegurança, bioética e avaliação de riscos biotecnológicos

Avaliação de riscos ambientais, fluxo gênico, biossegurança de organismos modificados e aspectos éticos ou regulatórios associados às biotecnologias agrícolas.

 

  1. Engenharia Agrícola, Agricultura Digital e Tecnologias Agrícolas

 

02.1 - Máquinas, mecanização e desempenho operacional

Projeto, avaliação, regulagem e desempenho de máquinas, implementos e operações agrícolas.

02.2 - Automação, robótica e sistemas autônomos

Robôs agrícolas, veículos autônomos, controle automático, atuadores, navegação e automação de operações.

02.3 - Agricultura de precisão e manejo localizado

Zonas de manejo, aplicação em taxa variável, mapas de produtividade, amostragem espacial e intervenções sítio-específicas.

02.4 - Sensores, instrumentação e Internet das Coisas

Sensores de solo, plantas, clima e máquinas; telemetria; redes de sensores; sistemas embarcados e monitoramento em tempo real.

02.5 - Sensoriamento remoto, veículos aéreos não tripulados e fotogrametria

Imagens orbitais, aéreas e proximais; drones; sensores multiespectrais, hiperespectrais, térmicos e LiDAR.

02.6 - Geomática, geoprocessamento e variabilidade espacial

Sistemas de informações geográficas, cartografia digital, posicionamento, geostatística aplicada e análise espacial de áreas agrícolas.

02.7 - Engenharia de irrigação e drenagem

Projeto e avaliação de sistemas de irrigação e drenagem, hidráulica agrícola, uniformidade de aplicação e desempenho de equipamentos.

02.8 - Engenharia de conservação do solo e da água

Estruturas conservacionistas, controle de erosão, manejo de enxurradas, terraceamento, drenagem superficial e práticas mecânicas de conservação.

02.9 - Ambiência, estruturas e cultivo protegido

Casas de vegetação, telados, controle ambiental, climatização, estruturas rurais e sistemas protegidos de produção vegetal.

02.10 - Tecnologia de aplicação de produtos agrícolas

Pontas e pulverizadores, espectro de gotas, deposição, deriva, aplicação localizada e desempenho físico-operacional das aplicações.

02.11 - Engenharia de pós-colheita, armazenamento e processamento

Secagem, beneficiamento, armazenamento, refrigeração, transporte, processamento primário e conservação de produtos agrícolas.

02.12 - Energia, eletrificação e sustentabilidade de operações agrícolas

Eficiência energética, fontes renováveis, eletrificação de máquinas, biocombustíveis e avaliação energética de sistemas produtivos.

 

  1. Fisiologia, Ecofisiologia e Desenvolvimento de Plantas Cultivadas

 

03.1 - Fotossíntese, respiração e metabolismo do carbono

Assimilação de carbono, trocas gasosas, fluorescência da clorofila, respiração e relações fonte-dreno.

03.2 - Relações hídricas e hidráulica vegetal

Absorção e transporte de água, condutância hidráulica, transpiração, potencial hídrico, cavitação e eficiência do uso da água.

03.3 - Nutrição mineral e fisiologia da aquisição de nutrientes

Absorção, transporte, redistribuição e utilização de nutrientes, eficiência nutricional e respostas fisiológicas a deficiências ou excessos.

03.4 - Crescimento, fenologia e desenvolvimento vegetal

Germinação, crescimento vegetativo, diferenciação, florescimento, frutificação, maturação e senescência.

03.5 - Hormônios, sinalização e regulação do desenvolvimento

Fitormônios, mensageiros celulares, sinalização química e molecular e regulação de processos do desenvolvimento.

03.6 - Ecofisiologia de culturas anuais e perenes

Interações entre plantas cultivadas e ambiente, aclimatação, plasticidade fenotípica e funcionamento das culturas em condições de campo.

03.7 - Estresses abióticos e mecanismos de tolerância

Déficit hídrico, calor, frio, salinidade, alagamento, toxicidade, radiação e estresse oxidativo.

03.8 - Anatomia, morfologia e arquitetura funcional de plantas

Características anatômicas, morfológicas, radiculares e de arquitetura do dossel relacionadas ao desempenho agronômico.

03.9 - Fisiologia de sementes e estabelecimento de plântulas

Dormência, germinação, vigor, longevidade, deterioração e respostas ambientais durante o estabelecimento.

03.10 - Fisiologia pós-colheita

Maturação, amadurecimento, respiração, senescência, conservação e desordens fisiológicas de produtos vegetais.

 

  1. Fitossanidade, Proteção de Plantas, Manejo Integrado e Controle Biológico

 

04.1 - Fitopatologia e doenças de plantas

Etiologia, patogenicidade, epidemiologia, diagnose e manejo de doenças causadas por fungos, bactérias, vírus, viroides e outros agentes.

04.2 - Entomologia e acarologia agrícolas

Biologia, ecologia, comportamento, danos e manejo de insetos-praga e ácaros associados às culturas.

04.3 - Nematologia agrícola

Taxonomia, biologia, diagnóstico, epidemiologia e manejo de nematoides fitoparasitas.

04.4 - Ciência e manejo de plantas daninhas

Biologia, ecologia, interferência, dinâmica populacional e manejo de plantas daninhas.

04.5 - Manejo integrado de pragas, doenças e plantas daninhas

Integração de métodos culturais, genéticos, físicos, biológicos e químicos de proteção de plantas.

04.6 - Controle biológico e inimigos naturais

Predadores, parasitoides, antagonistas, entomopatógenos, agentes microbiológicos e estratégias de controle biológico conservativo ou aplicado.

04.7 - Produtos fitossanitários, seletividade e resistência

Eficácia, mecanismos de ação, resistência de organismos-alvo, seletividade a organismos não alvo e manejo antirresistência.

04.8 - Epidemiologia, monitoramento e previsão fitossanitária

Dinâmica espaço-temporal, sistemas de alerta, amostragem, monitoramento e modelagem de epidemias ou infestações.

04.9 - Diagnóstico e detecção de agentes fitossanitários

Métodos morfológicos, sorológicos, moleculares, espectrais e digitais para identificação e quantificação.

04.10 - Interações planta-patógeno-ambiente e resistência induzida

Mecanismos de defesa, elicitores, resistência sistêmica e influência ambiental sobre as interações bióticas.

04.11 - Toxicologia, resíduos e segurança ambiental de produtos fitossanitários

Destino ambiental, resíduos, ecotoxicologia, exposição e riscos associados ao uso de produtos de proteção de plantas.

04.12 - Quarentena, biossegurança e espécies invasoras

Pragas quarentenárias, análise de risco, vigilância fitossanitária e organismos invasores de importância agrícola.

 

  1. Genética Vegetal, Melhoramento, Recursos Genéticos e Propagação de Plantas

 

05.1 - Genética quantitativa, biométrica e de populações

Parâmetros genéticos, herdabilidade, diversidade, estrutura populacional e análise de caracteres quantitativos.

05.2 - Métodos de melhoramento e seleção vegetal

Seleção, hibridação, endogamia, heterose, melhoramento populacional, seleção recorrente e desenvolvimento de cultivares.

05.3 - Melhoramento molecular, genômico e assistido por marcadores

Seleção assistida, seleção genômica, QTL, GWAS e integração entre informações fenotípicas e genotípicas.

05.4 - Interação genótipo x ambiente, adaptabilidade e estabilidade

Estratificação ambiental, desempenho em múltiplos ambientes, estabilidade produtiva e recomendação de cultivares.

05.5 - Fenotipagem e avaliação de germoplasma

Caracterização morfológica, agronômica, fisiológica, química, digital e espectral de genótipos e acessos.

05.6 - Recursos genéticos, germoplasma e conservação

Coleta, documentação, caracterização, conservação ex situ ou in situ e uso de bancos de germoplasma.

05.7 - Pré-melhoramento, domesticação e introgressão genética

Uso de parentes silvestres, incorporação de alelos, ampliação da base genética e domesticação de novas espécies.

05.8 - Melhoramento para produtividade, qualidade e adaptação

Desenvolvimento de cultivares para produtividade, qualidade, eficiência no uso de recursos e tolerância a estresses.

05.9 - Melhoramento para resistência a pragas e doenças

Identificação e incorporação de fontes de resistência e avaliação da durabilidade da resistência.

05.10 - Produção, tecnologia e qualidade de sementes

Produção, beneficiamento, armazenamento, qualidade fisiológica, sanitária e genética de sementes.

05.11 - Propagação seminífera e produção de mudas

Germinação, substratos, recipientes, ambientes de produção, aclimatização e qualidade de mudas.

05.12 - Propagação vegetativa, enxertia e clonagem

Estaquia, miniestaquia, alporquia, enxertia, porta-enxertos, jardins clonais e multiplicação de materiais superiores.

 

  1. Produção Vegetal, Sistemas de Cultivo e Intensificação Ecológica

 

06.1 - Fitotecnia e manejo de culturas

Práticas agronômicas, implantação, condução, colheita e desempenho produtivo de culturas.

06.2 - Sistemas de rotação, sucessão e consorciação de culturas

Arranjos temporais e espaciais, culturas de cobertura, diversificação e planejamento de sistemas de cultivo.

06.3 - Sistemas conservacionistas e plantio direto

Plantio direto, preparo reduzido, cobertura permanente, manejo da palhada e conservação de recursos.

06.4 - Sistemas integrados de produção

Integração lavoura-pecuária, lavoura-floresta, lavoura-pecuária-floresta e outras formas de integração produtiva.

06.5 - Intensificação ecológica e sustentável da produção

Aumento da produtividade associado à diversificação, eficiência no uso de recursos e redução de impactos ambientais.

06.6 - Arranjo de plantas, população, época e métodos de cultivo

Densidade, espaçamento, época de semeadura ou plantio, arquitetura do cultivo e competição intra e interespecífica.

06.7 - Manejo da fertilização e da água em sistemas de cultivo

Respostas produtivas à adubação, fertirrigação, irrigação, manejo do déficit hídrico e interação água-nutrientes.

06.8 - Culturas anuais, perenes, hortícolas e especiais

Grãos, fibras, frutíferas, cafeeiro, cana-de-açúcar, hortaliças, plantas ornamentais, medicinais, aromáticas e bioenergéticas.

06.9 - Pastagens e plantas forrageiras em sistemas agrícolas

Estabelecimento, manejo, produtividade, persistência e integração de pastagens com outros componentes produtivos.

06.10 - Produção em ambientes protegidos, urbanos e periurbanos

Cultivos protegidos, agricultura urbana, sistemas verticais e formas intensivas de produção vegetal.

06.11 - Colheita, qualidade e aproveitamento de produtos vegetais

Qualidade agronômica, composição, conservação, perdas pós-colheita e aproveitamento de coprodutos vegetais.

06.12 - Avaliação agronômica e sustentabilidade de sistemas produtivos

Produtividade, estabilidade, eficiência, uso de insumos, indicadores ambientais e desempenho integrado dos sistemas.

 

  1. Agroecologia, Agricultura Orgânica e Sistemas Agroalimentares Sustentáveis

 

07.1 - Fundamentos e transição agroecológica

Princípios agroecológicos, redesenho de agroecossistemas, transições sociotécnicas e redução da dependência de insumos externos.

07.2 - Agricultura orgânica e sistemas de base ecológica

Manejo, certificação, desempenho e sustentabilidade de sistemas orgânicos, biodinâmicos e de base ecológica.

07.3 - Sistemas agroflorestais e sistemas biodiversos

Desenho, manejo, produtividade, sucessão e funcionamento ecológico de sistemas agroflorestais e policultivos.

07.4 - Agrobiodiversidade, sementes crioulas e recursos locais

Conservação on farm, variedades tradicionais, raças locais, bancos comunitários e manejo da diversidade agrícola.

07.5 - Biodiversidade funcional e serviços ecossistêmicos

Polinização, controle biológico natural, ciclagem de nutrientes, regulação hídrica e outros serviços associados aos agroecossistemas.

07.6 - Conhecimentos tradicionais e etnoagronomia

Saberes locais, práticas tradicionais, etnobotânica e relações entre comunidades e recursos agrícolas.

07.7 - Sistemas agroalimentares, segurança e soberania alimentar

Produção, distribuição, acesso, consumo, qualidade, segurança alimentar e soberania dos territórios.

07.8 - Economia circular e aproveitamento de resíduos agrícolas

Reciclagem de nutrientes, compostagem, aproveitamento de biomassa, redução de perdas e fechamento de ciclos.

07.9 - Pegadas ambientais e avaliação da sustentabilidade

Avaliação do ciclo de vida, pegadas de carbono, água e nutrientes e indicadores multidimensionais de sustentabilidade.

07.10 - Restauração ecológica de paisagens agrícolas

Restauração produtiva, corredores ecológicos, recuperação de áreas degradadas e integração entre produção e conservação.

07.11 - Pesquisa participativa e experimentação com agricultores

Pesquisa-ação, construção compartilhada do conhecimento e avaliação participativa de tecnologias ou sistemas.

07.12 - Resiliência socioecológica de agroecossistemas

Capacidade de adaptação, diversidade funcional, estabilidade e resposta dos sistemas a perturbações ambientais ou socioeconômicas.

 

  1. Solos, Nutrição de Plantas e Saúde do Solo

 

08.1 - Gênese, classificação, levantamento e cartografia de solos

Pedogênese, classificação, relações solo-paisagem, levantamentos e mapeamento convencional ou digital.

08.2 - Física e mecânica do solo

Estrutura, agregação, porosidade, compactação, resistência mecânica, retenção e movimento de água.

08.3 - Química, mineralogia e eletroquímica do solo

Reações de superfície, acidez, salinidade, minerais, matéria orgânica e disponibilidade de elementos.

08.4 - Biologia, microbiologia e ecologia do solo

Comunidades microbianas, fauna edáfica, processos biológicos, biodiversidade e funções ecológicas do solo.

08.5 - Matéria orgânica, carbono do solo e ciclos biogeoquímicos

Dinâmica da matéria orgânica, estabilização do carbono e ciclos de carbono, nitrogênio, fósforo, enxofre e outros elementos.

08.6 - Fertilidade do solo, corretivos e fertilizantes

Diagnóstico da fertilidade, calagem, gessagem, adubação mineral ou orgânica, fertilizantes especiais e eficiência agronômica.

08.7 - Nutrição de plantas e diagnóstico nutricional

Absorção, transporte, balanço de nutrientes, análise foliar, diagnose visual, índices nutricionais e eficiência de uso.

08.8 - Saúde, qualidade e funcionamento do solo

Indicadores físicos, químicos e biológicos, avaliação integrada, supressividade, multifuncionalidade e serviços ecossistêmicos do solo.

08.9 - Conservação, erosão e manejo do solo

Erosão hídrica ou eólica, práticas conservacionistas, sistemas de preparo, cobertura e planejamento de uso.

08.10 - Degradação, recuperação e remediação de solos

Compactação, salinização, acidificação, contaminação, áreas degradadas, recuperação e fitorremediação.

08.11 - Relações solo-raiz-rizosfera

Arquitetura radicular, exsudatos, micorrizas, rizobactérias e processos na interface entre raízes e solo.

08.12 - Pedometria, variabilidade espacial e mapeamento digital

Modelagem espacial, sensores proximais, covariáveis ambientais, predição de propriedades e incerteza cartográfica.

08.13 - Resíduos, subprodutos e insumos para o solo

Uso agrícola de resíduos, compostos, biochar, remineralizadores, condicionadores e fertilizantes organominerais.

 

  1. Clima, Água e Resiliência de Sistemas Agrícolas

 

09.1 - Agrometeorologia e relações clima-cultura

Influência dos elementos meteorológicos no desenvolvimento, produtividade e qualidade das culturas.

09.2 - Variabilidade climática e mudanças climáticas

Tendências, cenários, teleconexões e impactos da variabilidade ou mudança do clima sobre a agricultura.

09.3 - Zoneamento agroclimático e aptidão agrícola

Zoneamento de risco, aptidão edafoclimática, calendários agrícolas e delimitação de ambientes de produção.

09.4 - Balanço hídrico, evapotranspiração e eficiência do uso da água

Demanda atmosférica, consumo hídrico, coeficientes de cultura, balanços e produtividade da água.

09.5 - Hidrologia agrícola e de bacias hidrográficas

Escoamento, infiltração, recarga, vazões, qualidade da água e relações entre uso da terra e processos hidrológicos.

09.6 - Manejo da irrigação e estratégias de uso da água

Programação da irrigação, déficit controlado, eficiência hídrica, fertirrigação e tomada de decisão.

09.7 - Secas, inundações e eventos extremos

Caracterização, monitoramento, previsão, impactos e estratégias de redução de riscos associados a extremos climáticos.

09.8 - Adaptação e resiliência de sistemas agrícolas

Diversificação, ajuste de calendários, cultivares adaptadas, manejo do solo e da água e estratégias de adaptação.

09.9 - Mitigação das mudanças climáticas na agricultura

Redução de emissões, sequestro de carbono, manejo de gases de efeito estufa e soluções baseadas na natureza.

09.10 - Fluxos de carbono, água e energia em agroecossistemas

Trocas entre solo, vegetação e atmosfera, balanço de energia e monitoramento de fluxos.

09.11 - Serviços climáticos e sistemas de alerta agrícola

Previsões sazonais, informações climáticas para produtores, alertas de risco e suporte à tomada de decisão.

09.12 - Segurança hídrica e gestão sustentável da água

Disponibilidade, qualidade, conflitos de uso, conservação e planejamento dos recursos hídricos para a agricultura.

 

  1. Extensão Rural, Inovação e Desenvolvimento Territorial

 

10.1 - Extensão rural e assistência técnica

Métodos, abordagens, modelos institucionais e avaliação de programas de extensão e assistência técnica.

10.2 - Comunicação rural e difusão de conhecimentos

Comunicação científica e tecnológica, mídias rurais, educação não formal e compartilhamento de informações.

10.3 - Adoção, difusão e apropriação de tecnologias

Determinantes da adoção, percepção de riscos, barreiras, processos de aprendizagem e impactos das tecnologias.

10.4 - Sistemas de inovação agrícola e redes de conhecimento

Interações entre pesquisa, extensão, produtores, empresas, cooperativas, governos e organizações sociais.

10.5 - Inovação social, co-inovação e pesquisa participativa

Construção coletiva de soluções, laboratórios vivos, plataformas de inovação e aprendizagem social.

10.6 - Desenvolvimento territorial e dinâmicas rurais

Organização territorial, identidade, capital social, desigualdades espaciais e estratégias de desenvolvimento rural.

10.7 - Agricultura familiar, cooperativismo e ação coletiva

Organização dos agricultores, associativismo, cooperativas, redes locais e fortalecimento da agricultura familiar.

10.8 - Economia rural e avaliação socioeconômica de tecnologias

Custos, rentabilidade, eficiência, viabilidade econômica, impactos distributivos e avaliação socioeconômica.

10.9 - Cadeias produtivas, mercados e circuitos de comercialização

Governança das cadeias, agregação de valor, mercados institucionais, cadeias curtas e comércio justo.

10.10 - Empreendedorismo rural, bioeconomia e sociobiodiversidade

Novos negócios, produtos da sociobiodiversidade, agregação de valor e desenvolvimento de economias territoriais.

10.11 - Políticas públicas, instituições e governança rural

Formulação, implementação e avaliação de políticas agrícolas, ambientais, territoriais e de desenvolvimento rural.

10.12 - Inclusão digital, agricultura digital e desigualdades de acesso

Acesso a tecnologias, conectividade rural, competências digitais e impactos sociais da digitalização.

10.13 - Gênero, juventude, sucessão e inclusão social no meio rural

Participação social, sucessão geracional, trabalho, equidade e inclusão de grupos historicamente sub-representados.

 

  1. Inteligência Artificial, Ciência de Dados e Modelagem Agroambiental

  

11.1 - Aprendizado de máquina e aprendizado profundo

Modelos supervisionados, não supervisionados, redes neurais e métodos de aprendizagem aplicados a problemas agrícolas.

11.2 - Visão computacional e análise automatizada de imagens

Detecção, segmentação, classificação e quantificação de plantas, pragas, doenças, solos e produtos agrícolas.

11.3 - Ciência de dados, mineração de dados e big data agrícola

Integração, tratamento, exploração e descoberta de padrões em grandes bases de dados agroambientais.

11.4 - Modelagem estatística e análise preditiva

Modelos preditivos, inferência, séries temporais, estatística espacial, métodos bayesianos e quantificação de incertezas.

11.5 - Modelagem de culturas e sistemas de produção

Modelos baseados em processos, simulação de crescimento, produtividade, manejo e respostas a diferentes ambientes.

11.6 - Modelagem de solos e ciclos biogeoquímicos

Simulação de água, carbono, nutrientes, matéria orgânica, emissões e transformações no sistema solo-planta.

11.7 - Modelagem hidrológica, climática e ambiental

Modelos de bacias, clima, balanço hídrico, erosão, transporte de sedimentos e dinâmica ambiental.

11.8 - Modelos híbridos e assimilação de dados

Integração entre modelos mecanísticos, aprendizado de máquina, dados de sensores e observações remotas.

11.9 - Sistemas de apoio à decisão, otimização e recomendação

Otimização de manejo, alocação de recursos, sistemas especialistas, recomendadores e ferramentas de suporte a decisões.

11.10 - Gêmeos digitais e simulação de cenários agrícolas

Representações digitais dinâmicas, simulação em tempo real, avaliação de cenários e agricultura preditiva.

11.11 - Modelagem geoespacial e espaço-temporal

Predição espacial, mapeamento, séries de imagens, análise de paisagens e integração de dados geográficos.

11.12 - Inteligência artificial aplicada ao fenótipo e ao melhoramento

Fenotipagem digital, predição de desempenho, seleção genômica, classificação de germoplasma e identificação de caracteres.

11.13 - Inteligência artificial explicável, responsável e reprodutível

Interpretabilidade, vieses, transparência, validação externa, reprodutibilidade, governança e uso ético de algoritmos.

11.14 - Bancos de dados, ontologias e interoperabilidade

Padronização, curadoria, metadados, integração de plataformas, dados abertos e princípios FAIR.

11.15 - Modelagem sistêmica e análise de sistemas agroambientais

Dinâmica de sistemas, modelos baseados em agentes, análise de redes, cenários integrados e relações entre componentes biofísicos e socioeconômicos.

 

Elaboração e atualização técnica: Elaine Luzia da Silva Leite (Editora Executiva)

Contato

 

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