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Diretrizes para Autores
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Os trabalhos devem ser submetidos exclusivamente on line acessando-se o site: https://mc04.manuscriptcentral.com/rceres-scielo |
Tipos de Documentos Aceitos
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A Revista Ceres publica Artigos, Comunicações, Revisões (a convite), Cartas ao Editor e Preprints. Artigo: Deve relatar um trabalho original completo, em que a reprodutibilidade dos resultados está claramente estabelecida. Comunicação: Deve relatar resultados conclusivos e não dados preliminares. É um formato alternativo para descrever, de forma mais concisa, resultados parciais de um trabalho mais amplo, ou de relatar resultados conclusivos baseados em um menor volume de dados. Revisão: Deve reportar, em profundidade, o estado da arte de determinado tema, após convite da Comissão Editorial. Não há limite de páginas. Carta ao editor: Deve retratar, de forma informal, algum tema técnico-científico de interesse da comunidade de ciências agrárias ou biológicas. Sua publicação fica a critério da Comissão Editorial. Preprint: Deve seguir as mesmas orientações dos artigos. |
Idioma
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A Revista Ceres aceita a submissão de artigos somente em língua inglesa. O domínio do inglês padrão também é critério fundamental para a avaliação do artigo. Portanto, sugere-se aos autores que não têm proficiência em Língua Inglesa que enviem o manuscrito a um revisor competente para fazer a revisão do artigo. Os autores que quiserem sugestão de revisores/tradutores devem enviar um e-mail para ceres@ufv.br . Em caso de um editor associado, ou da comissão editorial, apontar a necessidade de revisão linguística de um manuscrito, essa revisão deverá ser realizada por pessoa ou empresa qualificada e, após a revisão, o autor correspondente deverá encaminhar à revista um certificado atestando a revisão do artigo. |
Autoria
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Para ser considerado autor de um artigo, o pesquisador precisa ter contribuído de forma significativa para a concepção e/ou desenvolvimento da pesquisa e/ou redação do manuscrito e, obrigatoriamente, para a revisão e aprovação da versão final. Além disso, todos os autores devem possuir registro ORCID - Connecting Research and Researchers, que deve ser informado no ScholarOne no momento da submissão, pois será incluído na publicação. Seguindo as recomendações da Ciência Aberta e visando maior transparência no processo de avaliação, a Revista Ceres incentiva os autores a incluírem seus nomes e vínculos institucionais no próprio artigo. No entanto, caso optem por manter o anonimato durante a avaliação, a autoria pode ser enviada separadamente em uma folha de rosto. |
Mudanças na ordem de autoria, inserções e remoções de coautores
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Se houver necessidade de modificação na autoria do artigo em fase de avaliação (inclusão ou exclusão de autor, ou alteração na ordem de autoria) o autor correspondente deverá enviar uma solicitação formal, por e-mail, justificando a necessidade dessa alteração. Esse documento deverá ser assinado por todos os autores – incluindo aqueles cujos nomes estão sendo incluídos, removidos ou trocado de posição – e enviado para o e-mail ceres@ufv.br. Somente em circunstâncias excepcionais o Editor considerará a adição, exclusão ou reorganização de autores após a aceitação do manuscrito. Enquanto o Editor considera a solicitação, a publicação do manuscrito ficará suspensa. Caso o manuscrito já tenha sido publicado, quaisquer solicitações aprovadas pelo Editor resultarão em retificação. |
Formatação do texto
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O texto deve ser digitado em Microsoft Word, justificado, em espaço duplo, fonte Times New Roman, tamanho 12. O formato da página deverá ser A4, com margens de 3 cm. As linhas do texto devem apresentar numeração contínua. |
Tamanho do artigo
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Os artigos devem ter, no máximo, 25 páginas, incluindo-se as referências, figuras e tabelas. As comunicações devem ter, no máximo, 15 páginas, incluindo-se as referências, figuras e tabelas. |
Estrutura do artigo e comunicação
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a. Título Deverá ter, no máximo, 20 palavras, centralizadas e em negrito. A primeira palavra deverá ser grafada com inicial maiúscula; as demais devem ser gravadas com letras minúsculas, exceto em casos pertinentes (p. ex., nomes científicos; Phaseolus vulgaris). Se necessário, introduzir nota de rodapé, ao seu final, usando algarismo arábico sobrescrito (veja o item rodapé). b. Autoria Para atender às recomendações da Ciência Aberta e aumentar a transparência do processo de avaliação, os autores devem incluir seus nomes logo após o título do manuscrito, seguidos de seus respectivos registros ORCID. Contudo, caso prefiram manter o anonimato durante a avaliação, a autoria pode ser enviada em um documento separado (folha de rosto). Cada nome de autor deve ser seguido por um número arábico sobrescrito, que remeterá a uma nota de rodapé com sua afiliação institucional. A primeira nota de rodapé deve estar vinculada ao título e conter informações sobre a origem do trabalho (por exemplo, se foi extraído de dissertação ou tese) e as fontes de financiamento. As notas subsequentes devem indicar a afiliação dos autores, seguindo a ordem: instituição, departamento (se houver), cidade, estado (sigla), país e e-mail. Autores vinculados à mesma instituição e ao mesmo departamento devem ser agrupados na mesma nota de rodapé. O autor correspondente deve ser identificado com um asterisco (*) ao final de seu nome na lista de autores. No rodapé, na última linha, deve-se incluir um asterisco seguido do e-mail do autor correspondente. Exemplo: c. Resumo O título desta seção deve ser escrito com letras maiúsculas, alinhado à esquerda e ter aplicação de negrito. Essa seção deve conter no máximo 200 palavras e ter apenas um parágrafo. O texto deve conter, em linhas gerais, a hipótese, os objetivos, material e métodos utilizados, resultados expressivos alcançados e a conclusão. O texto deve ser iniciado na linha subsequente ao título dessa seção. d. Palavras-chave Devem ter um número mínimo de três, e máximo de seis palavras, e devem ser citadas em parágrafo subsequente ao resumo. Devem ser grafadas com inicial minúscula (exceto os nomes científicos) e separadas por ponto e vírgula, sem repetir palavras contidas no título do trabalho. e. Destaques Devem ter um número mínimo de três, e máximo de cinco frases, as quais devem indicar as principais contribuições do artigo, sem replicar exatamente as conclusões. Os destaques não devem ultrapassar 85 caracteres, incluindo espaços. f. Introdução O título desta seção deve ser escrito com letras maiúsculas e alinhado à esquerda. A introdução deve ater-se ao problema do trabalho em pauta, situando o leitor quanto à sua importância, hipótese da pesquisa e os objetivos, estando estes últimos claramente expressos ao final da introdução. g. Material e métodos O título desta seção deve ser escrito com letras maiúsculas e alinhado à esquerda. A seção deve ser redigida com detalhes suficientes para que o trabalho possa ser repetido. A Revista Ceres requer que estejam especificados, no artigo, os procedimentos estatísticos, incluindo: o delineamento utilizado, o número de repetições e a técnica estatística empregada. Quando não houver delineamento, o artigo deve descrever claramente como foi feita a condução da pesquisa, e qual a técnica estatística utilizada para a análise dos dados. Obs: A seção MATERIAL E MÉTODOS pode conter subseções, indicadas por subtítulos escritos em itálico e negrito, iniciados por letras maiúsculas e centralizados. h. Resultados e discussão O título desta seção deve ser escrito com letras maiúsculas e alinhado à esquerda. O texto deve ser claro e conciso, apoiado na literatura pertinente. RESULTADOS E DISCUSSÃO podem vir na mesma seção, ou em seções separadas e pode conter subseções, indicadas por subtítulos escritos em itálico e negrito, iniciados por letras maiúsculas e centralizados. i. Conclusões O título desta seção deve ser escrito com letras maiúsculas e alinhado à esquerda. As conclusões devem ser concisas e derivadas dos dados apresentados e discutidos. Cada conclusão deve constituir parágrafo novo. j. Material Suplementar Materiais suplementares são informações adicionais que são relevantes para a pesquisa publicada, mas não são essenciais para o entendimento principal do artigo. Esses materiais adicionais são fornecidos para apoiar, detalhar ou expandir a análise apresentada no artigo principal. O material complementar não deve ser citado no texto do artigo. Em seção própria a este fim, ele será indicado com um link para acesso. Esse material deve conter títulos claros e pode incluir tabelas, gráficos, fotografias, planilhas ou texto adicional que forneça suporte ao conteúdo do artigo. O material suplementar não é uma seção obrigatória no artigo. Quando enviado pelos autores, ele deverá ser anexado em “suplemental file” e será publicado exatamente como enviado pelo autor, não será diagramado. A seção MATERIAL SUPLEMENTAR, deverá ser incluída após as conclusões, e conter a seguinte afirmação: “Supplementary data are available at: .…” Após aprovado o artigo, a revista inserirá o link para acesso ao material extra. A formatação do material suplementar (fonte, tamanho da fonte, espaçamento, margem, etc) deve seguir as mesmas normas do artigo. k. Agradecimentos, suporte financeiro e divulgação completa O título desta seção deve ser grafado com letras maiúsculas e alinhado à esquerda. Os autores devem informar se receberam financiamento ou apoio de instituições de incentivo à pesquisa. Os autores devem declarar nesta seção se há, ou não, algum conflito de interesse na condução e publicação do trabalho, conforme orientações disponíveis em Conflito de Interesses, em POLÍTICAS EDITORIAIS. l. Declaração de disponibilidade de dados O título desta seção deve ser escrito com letras maiúsculas e alinhado à esquerda. Esta declaração deve seguir as instruções contidas em DADOS ABERTOS, em POLÍTICAS EDITORIAIS. O texto desta seção deve seguir uma das orientações abaixo, conforme a realidade de cada pesquisa.
Exemplos de declaração: i. “Todo o conjunto de dados que dá suporte aos resultados deste estudo foi disponibilizado no SciELO Data e pode ser acessado em [URL ou DOI]”. ii. “Todo o conjunto de dados que dá suporte aos resultados deste estudo está disponível mediante solicitação ao autor correspondente [nome do autor correspondente]. O conjunto de dados não está publicamente disponível devido a [detalhar motivo da restrição, por exemplo, conter informação que compromete a privacidade dos participantes da pesquisa].” iii. “Todo o conjunto de dados que dá suporte aos resultados deste estudo foi utilizado neste artigo.” Os dados disponíveis no repositório poderão ser acessados pelos editores/revisores, no processo de avaliação por pares e, também, por qualquer pessoa que tenha interesse nesses dados a fim de reutilizá-los. Para isso, os arquivos devem ser disponibilizados com a licença CC-BY e devem seguir os princípios FAIR: findable (encontrável), accessible (acessível), interoperable (interoperável) e reusable (reutilizável). m. Declaração de uso de ferramentas de inteligência artificial em redação científica O título desta seção deve ser grafado com letras maiúsculas e alinhado à esquerda. Esta declaração deve seguir as instruções contidas na seção Adoção de software de Inteligência Artificial em POLÍTICAS EDITORIAIS. Modelo da declaração Uso de Ferramentas de Inteligência Artificial em Redação Científica:
Essa declaração não se aplica ao uso de ferramentas básicas de verificação gramatical, ortográfica, referências, etc. Se não houver nada a divulgar, não há necessidade de adicionar essa declaração. n. Contribuição dos autores / Contributor Roles Taxonomy (CRediT) Com o intuito de promover a transparência no processo de publicação e o reconhecimento da participação dos autores na pesquisa, a Revista Ceres solicita que sejam enviadas as contribuições específicas de cada um dos autores no desenvolvimento da pesquisa e elaboração do manuscrito. Para isso, os autores deverão adotar a nomenclatura do sistema de especificação CRediT (Contributor Roles Taxonomy). O autor correspondente é responsável por garantir que as descrições sejam precisas e concordadas por todos os autores. Modelo deste documento disponível aqui . Caso os autores optem pelo anonimato no processo de avaliação, esta seção deverá ser enviada em um documento Word separado e anexada como 'supplemental file not for review'. Nesse caso, a equipe técnica da revista incorporará essa seção à versão final do artigo antes da publicação. o. Referências O título desta seção deve ser escrito com letras maiúsculas e alinhado à esquerda. A Revista Ceres utiliza o estilo Vancouver para as referências, com o sistema numérico de citação. Clique aqui para acessar um guia para elaboração das referências e aqui para ver um modelo de artigo publicado na Revista Ceres. |
Resumo gráfico
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O resumo gráfico não é uma seção do artigo e deve ser enviado em um documento separado, anexado como “supplemental file” no momento da submissão. O resumo gráfico (graphical abstract) é uma representação visual das principais conclusões do artigo. Ele serve para comunicar a ideia principal e as principais descobertas do trabalho de forma clara e concisa. Essa figura deve permitir que os leitores compreendam rapidamente a mensagem principal do artigo, sem precisar ler todo o texto, e ajudar os leitores a identificar mais rapidamente quais artigos são mais relevantes para seus interesses de pesquisa. A extensão utilizada no arquivo será TIFF, JPG ou JPEG, e a imagem precisa ter, no mínimo, 300dpi. Ele deverá ser enviado em documento separado, anexado em arquivos suplementares no momento da submissão. |
Encaminhamento de arquivos
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No ato da submissão os autores deverão enviar os seguintes arquivos: a. Artigo (com ou sem identificação de autoria) O artigo deve ser enviado como "main document"; a folha de rosto e as contribuições dos autores, como "suplemental file not for review” e o resumo gráfico e o material suplementar, como “suplemental file”. |
Normas para figuras, tabelas e fórmulas
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As figuras e tabelas devem ser posicionadas após sua chamada no texto. Elas devem ser numeradas com algarismos arábicos e as legendas devem ser posicionadas abaixo das figuras e acima das tabelas. A referência bibliográfica completa relativa à fonte da ilustração deve figurar na seção REFERÊNCIAS. a. Tabelas O termo refere-se ao conjunto de dados alfanuméricos ordenados em linhas e colunas. Deve ser construída apenas com linhas horizontais de separação no cabeçalho e ao final da tabela. A legenda da tabela recebe inicialmente o termo “Tabela X”, onde X é o número (em algarismo arábico) que indica a ordem de apresentação da tabela no artigo. Esse termo é separado do enunciado da tabela por dois pontos e, no texto, a tabela é citada como “Tabela X”. Colunas compostas por números fracionários, devem ser alinhados pela vírgula. b. Figuras O termo refere-se a qualquer ilustração constituída ou que apresente linhas e pontos: desenho, fotografia, gráfico, fluxograma, esquema, etc. As legendas recebem inicialmente o termo “Figura X”, onde X é o número (em algarismo arábico) que indica a ordem de apresentação da figura no artigo. Esse termo é separado do enunciado da figura por dois pontos e, no texto, a figura é citada como “figura X”. c. fórmulas As fórmulas devem ser inseridas utilizando-se recurso do próprio word, o microsoft equation. Não aceitamos artigos com equações em formato de imagem. |
Informações Adicionais
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A Revista Ceres utiliza o Sistema Internacional de Unidades (SI) e a tabela abaixo contém a forma correta de utilização dessas unidades no artigo:
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Áreas e subáreas de publicação
- Ômicas, Bioinformática e Biotecnologia Aplicadas à Agricultura
01.1 - Genômica estrutural, funcional e comparativa
Sequenciamento, montagem e anotação de genomas; genômica comparativa; pangenomas; variação estrutural e funcional.
01.2 - Transcriptômica, proteômica, metabolômica e epigenômica
Expressão gênica, perfis proteicos e metabólicos, regulação epigenética e respostas moleculares de organismos de interesse agrícola.
01.3 - Bioinformática, biologia computacional e integração multiômica
Desenvolvimento e aplicação de ferramentas computacionais, análise de sequências, redes biológicas e integração de dados ômicos.
01.4 - Genotipagem, marcadores moleculares e diagnóstico molecular
Desenvolvimento e aplicação de marcadores, identificação molecular, DNA barcoding, genotipagem de alta densidade e diagnóstico de organismos associados à agricultura.
01.5 - Engenharia genética, edição gênica e biologia sintética
Transformação genética, sistemas CRISPR, edição de genomas, construção de circuitos biológicos e desenvolvimento de organismos geneticamente modificados.
01.6 - Biotecnologia vegetal e cultura de tecidos
Cultivo in vitro, embriogênese somática, organogênese, regeneração, conservação in vitro e produção de metabólitos.
01.7 - Biotecnologia microbiana e bioprocessos agrícolas
Microrganismos promotores do crescimento, produção de inoculantes, enzimas, metabólitos, biodegradação e processos fermentativos aplicados à agricultura.
01.8 - Microbiomas e interações moleculares planta-microrganismo
Microbiomas de plantas e solos, endófitos, rizosfera, sinalização molecular e interações benéficas ou patogênicas investigadas por abordagens ômicas.
01.9 - Bioprospecção e desenvolvimento de bioinsumos
Prospecção de genes, microrganismos, moléculas, compostos naturais e processos com potencial agronômico.
01.10 - Biossegurança, bioética e avaliação de riscos biotecnológicos
Avaliação de riscos ambientais, fluxo gênico, biossegurança de organismos modificados e aspectos éticos ou regulatórios associados às biotecnologias agrícolas.
- Engenharia Agrícola, Agricultura Digital e Tecnologias Agrícolas
02.1 - Máquinas, mecanização e desempenho operacional
Projeto, avaliação, regulagem e desempenho de máquinas, implementos e operações agrícolas.
02.2 - Automação, robótica e sistemas autônomos
Robôs agrícolas, veículos autônomos, controle automático, atuadores, navegação e automação de operações.
02.3 - Agricultura de precisão e manejo localizado
Zonas de manejo, aplicação em taxa variável, mapas de produtividade, amostragem espacial e intervenções sítio-específicas.
02.4 - Sensores, instrumentação e Internet das Coisas
Sensores de solo, plantas, clima e máquinas; telemetria; redes de sensores; sistemas embarcados e monitoramento em tempo real.
02.5 - Sensoriamento remoto, veículos aéreos não tripulados e fotogrametria
Imagens orbitais, aéreas e proximais; drones; sensores multiespectrais, hiperespectrais, térmicos e LiDAR.
02.6 - Geomática, geoprocessamento e variabilidade espacial
Sistemas de informações geográficas, cartografia digital, posicionamento, geostatística aplicada e análise espacial de áreas agrícolas.
02.7 - Engenharia de irrigação e drenagem
Projeto e avaliação de sistemas de irrigação e drenagem, hidráulica agrícola, uniformidade de aplicação e desempenho de equipamentos.
02.8 - Engenharia de conservação do solo e da água
Estruturas conservacionistas, controle de erosão, manejo de enxurradas, terraceamento, drenagem superficial e práticas mecânicas de conservação.
02.9 - Ambiência, estruturas e cultivo protegido
Casas de vegetação, telados, controle ambiental, climatização, estruturas rurais e sistemas protegidos de produção vegetal.
02.10 - Tecnologia de aplicação de produtos agrícolas
Pontas e pulverizadores, espectro de gotas, deposição, deriva, aplicação localizada e desempenho físico-operacional das aplicações.
02.11 - Engenharia de pós-colheita, armazenamento e processamento
Secagem, beneficiamento, armazenamento, refrigeração, transporte, processamento primário e conservação de produtos agrícolas.
02.12 - Energia, eletrificação e sustentabilidade de operações agrícolas
Eficiência energética, fontes renováveis, eletrificação de máquinas, biocombustíveis e avaliação energética de sistemas produtivos.
- Fisiologia, Ecofisiologia e Desenvolvimento de Plantas Cultivadas
03.1 - Fotossíntese, respiração e metabolismo do carbono
Assimilação de carbono, trocas gasosas, fluorescência da clorofila, respiração e relações fonte-dreno.
03.2 - Relações hídricas e hidráulica vegetal
Absorção e transporte de água, condutância hidráulica, transpiração, potencial hídrico, cavitação e eficiência do uso da água.
03.3 - Nutrição mineral e fisiologia da aquisição de nutrientes
Absorção, transporte, redistribuição e utilização de nutrientes, eficiência nutricional e respostas fisiológicas a deficiências ou excessos.
03.4 - Crescimento, fenologia e desenvolvimento vegetal
Germinação, crescimento vegetativo, diferenciação, florescimento, frutificação, maturação e senescência.
03.5 - Hormônios, sinalização e regulação do desenvolvimento
Fitormônios, mensageiros celulares, sinalização química e molecular e regulação de processos do desenvolvimento.
03.6 - Ecofisiologia de culturas anuais e perenes
Interações entre plantas cultivadas e ambiente, aclimatação, plasticidade fenotípica e funcionamento das culturas em condições de campo.
03.7 - Estresses abióticos e mecanismos de tolerância
Déficit hídrico, calor, frio, salinidade, alagamento, toxicidade, radiação e estresse oxidativo.
03.8 - Anatomia, morfologia e arquitetura funcional de plantas
Características anatômicas, morfológicas, radiculares e de arquitetura do dossel relacionadas ao desempenho agronômico.
03.9 - Fisiologia de sementes e estabelecimento de plântulas
Dormência, germinação, vigor, longevidade, deterioração e respostas ambientais durante o estabelecimento.
03.10 - Fisiologia pós-colheita
Maturação, amadurecimento, respiração, senescência, conservação e desordens fisiológicas de produtos vegetais.
- Fitossanidade, Proteção de Plantas, Manejo Integrado e Controle Biológico
04.1 - Fitopatologia e doenças de plantas
Etiologia, patogenicidade, epidemiologia, diagnose e manejo de doenças causadas por fungos, bactérias, vírus, viroides e outros agentes.
04.2 - Entomologia e acarologia agrícolas
Biologia, ecologia, comportamento, danos e manejo de insetos-praga e ácaros associados às culturas.
04.3 - Nematologia agrícola
Taxonomia, biologia, diagnóstico, epidemiologia e manejo de nematoides fitoparasitas.
04.4 - Ciência e manejo de plantas daninhas
Biologia, ecologia, interferência, dinâmica populacional e manejo de plantas daninhas.
04.5 - Manejo integrado de pragas, doenças e plantas daninhas
Integração de métodos culturais, genéticos, físicos, biológicos e químicos de proteção de plantas.
04.6 - Controle biológico e inimigos naturais
Predadores, parasitoides, antagonistas, entomopatógenos, agentes microbiológicos e estratégias de controle biológico conservativo ou aplicado.
04.7 - Produtos fitossanitários, seletividade e resistência
Eficácia, mecanismos de ação, resistência de organismos-alvo, seletividade a organismos não alvo e manejo antirresistência.
04.8 - Epidemiologia, monitoramento e previsão fitossanitária
Dinâmica espaço-temporal, sistemas de alerta, amostragem, monitoramento e modelagem de epidemias ou infestações.
04.9 - Diagnóstico e detecção de agentes fitossanitários
Métodos morfológicos, sorológicos, moleculares, espectrais e digitais para identificação e quantificação.
04.10 - Interações planta-patógeno-ambiente e resistência induzida
Mecanismos de defesa, elicitores, resistência sistêmica e influência ambiental sobre as interações bióticas.
04.11 - Toxicologia, resíduos e segurança ambiental de produtos fitossanitários
Destino ambiental, resíduos, ecotoxicologia, exposição e riscos associados ao uso de produtos de proteção de plantas.
04.12 - Quarentena, biossegurança e espécies invasoras
Pragas quarentenárias, análise de risco, vigilância fitossanitária e organismos invasores de importância agrícola.
- Genética Vegetal, Melhoramento, Recursos Genéticos e Propagação de Plantas
05.1 - Genética quantitativa, biométrica e de populações
Parâmetros genéticos, herdabilidade, diversidade, estrutura populacional e análise de caracteres quantitativos.
05.2 - Métodos de melhoramento e seleção vegetal
Seleção, hibridação, endogamia, heterose, melhoramento populacional, seleção recorrente e desenvolvimento de cultivares.
05.3 - Melhoramento molecular, genômico e assistido por marcadores
Seleção assistida, seleção genômica, QTL, GWAS e integração entre informações fenotípicas e genotípicas.
05.4 - Interação genótipo x ambiente, adaptabilidade e estabilidade
Estratificação ambiental, desempenho em múltiplos ambientes, estabilidade produtiva e recomendação de cultivares.
05.5 - Fenotipagem e avaliação de germoplasma
Caracterização morfológica, agronômica, fisiológica, química, digital e espectral de genótipos e acessos.
05.6 - Recursos genéticos, germoplasma e conservação
Coleta, documentação, caracterização, conservação ex situ ou in situ e uso de bancos de germoplasma.
05.7 - Pré-melhoramento, domesticação e introgressão genética
Uso de parentes silvestres, incorporação de alelos, ampliação da base genética e domesticação de novas espécies.
05.8 - Melhoramento para produtividade, qualidade e adaptação
Desenvolvimento de cultivares para produtividade, qualidade, eficiência no uso de recursos e tolerância a estresses.
05.9 - Melhoramento para resistência a pragas e doenças
Identificação e incorporação de fontes de resistência e avaliação da durabilidade da resistência.
05.10 - Produção, tecnologia e qualidade de sementes
Produção, beneficiamento, armazenamento, qualidade fisiológica, sanitária e genética de sementes.
05.11 - Propagação seminífera e produção de mudas
Germinação, substratos, recipientes, ambientes de produção, aclimatização e qualidade de mudas.
05.12 - Propagação vegetativa, enxertia e clonagem
Estaquia, miniestaquia, alporquia, enxertia, porta-enxertos, jardins clonais e multiplicação de materiais superiores.
- Produção Vegetal, Sistemas de Cultivo e Intensificação Ecológica
06.1 - Fitotecnia e manejo de culturas
Práticas agronômicas, implantação, condução, colheita e desempenho produtivo de culturas.
06.2 - Sistemas de rotação, sucessão e consorciação de culturas
Arranjos temporais e espaciais, culturas de cobertura, diversificação e planejamento de sistemas de cultivo.
06.3 - Sistemas conservacionistas e plantio direto
Plantio direto, preparo reduzido, cobertura permanente, manejo da palhada e conservação de recursos.
06.4 - Sistemas integrados de produção
Integração lavoura-pecuária, lavoura-floresta, lavoura-pecuária-floresta e outras formas de integração produtiva.
06.5 - Intensificação ecológica e sustentável da produção
Aumento da produtividade associado à diversificação, eficiência no uso de recursos e redução de impactos ambientais.
06.6 - Arranjo de plantas, população, época e métodos de cultivo
Densidade, espaçamento, época de semeadura ou plantio, arquitetura do cultivo e competição intra e interespecífica.
06.7 - Manejo da fertilização e da água em sistemas de cultivo
Respostas produtivas à adubação, fertirrigação, irrigação, manejo do déficit hídrico e interação água-nutrientes.
06.8 - Culturas anuais, perenes, hortícolas e especiais
Grãos, fibras, frutíferas, cafeeiro, cana-de-açúcar, hortaliças, plantas ornamentais, medicinais, aromáticas e bioenergéticas.
06.9 - Pastagens e plantas forrageiras em sistemas agrícolas
Estabelecimento, manejo, produtividade, persistência e integração de pastagens com outros componentes produtivos.
06.10 - Produção em ambientes protegidos, urbanos e periurbanos
Cultivos protegidos, agricultura urbana, sistemas verticais e formas intensivas de produção vegetal.
06.11 - Colheita, qualidade e aproveitamento de produtos vegetais
Qualidade agronômica, composição, conservação, perdas pós-colheita e aproveitamento de coprodutos vegetais.
06.12 - Avaliação agronômica e sustentabilidade de sistemas produtivos
Produtividade, estabilidade, eficiência, uso de insumos, indicadores ambientais e desempenho integrado dos sistemas.
- Agroecologia, Agricultura Orgânica e Sistemas Agroalimentares Sustentáveis
07.1 - Fundamentos e transição agroecológica
Princípios agroecológicos, redesenho de agroecossistemas, transições sociotécnicas e redução da dependência de insumos externos.
07.2 - Agricultura orgânica e sistemas de base ecológica
Manejo, certificação, desempenho e sustentabilidade de sistemas orgânicos, biodinâmicos e de base ecológica.
07.3 - Sistemas agroflorestais e sistemas biodiversos
Desenho, manejo, produtividade, sucessão e funcionamento ecológico de sistemas agroflorestais e policultivos.
07.4 - Agrobiodiversidade, sementes crioulas e recursos locais
Conservação on farm, variedades tradicionais, raças locais, bancos comunitários e manejo da diversidade agrícola.
07.5 - Biodiversidade funcional e serviços ecossistêmicos
Polinização, controle biológico natural, ciclagem de nutrientes, regulação hídrica e outros serviços associados aos agroecossistemas.
07.6 - Conhecimentos tradicionais e etnoagronomia
Saberes locais, práticas tradicionais, etnobotânica e relações entre comunidades e recursos agrícolas.
07.7 - Sistemas agroalimentares, segurança e soberania alimentar
Produção, distribuição, acesso, consumo, qualidade, segurança alimentar e soberania dos territórios.
07.8 - Economia circular e aproveitamento de resíduos agrícolas
Reciclagem de nutrientes, compostagem, aproveitamento de biomassa, redução de perdas e fechamento de ciclos.
07.9 - Pegadas ambientais e avaliação da sustentabilidade
Avaliação do ciclo de vida, pegadas de carbono, água e nutrientes e indicadores multidimensionais de sustentabilidade.
07.10 - Restauração ecológica de paisagens agrícolas
Restauração produtiva, corredores ecológicos, recuperação de áreas degradadas e integração entre produção e conservação.
07.11 - Pesquisa participativa e experimentação com agricultores
Pesquisa-ação, construção compartilhada do conhecimento e avaliação participativa de tecnologias ou sistemas.
07.12 - Resiliência socioecológica de agroecossistemas
Capacidade de adaptação, diversidade funcional, estabilidade e resposta dos sistemas a perturbações ambientais ou socioeconômicas.
- Solos, Nutrição de Plantas e Saúde do Solo
08.1 - Gênese, classificação, levantamento e cartografia de solos
Pedogênese, classificação, relações solo-paisagem, levantamentos e mapeamento convencional ou digital.
08.2 - Física e mecânica do solo
Estrutura, agregação, porosidade, compactação, resistência mecânica, retenção e movimento de água.
08.3 - Química, mineralogia e eletroquímica do solo
Reações de superfície, acidez, salinidade, minerais, matéria orgânica e disponibilidade de elementos.
08.4 - Biologia, microbiologia e ecologia do solo
Comunidades microbianas, fauna edáfica, processos biológicos, biodiversidade e funções ecológicas do solo.
08.5 - Matéria orgânica, carbono do solo e ciclos biogeoquímicos
Dinâmica da matéria orgânica, estabilização do carbono e ciclos de carbono, nitrogênio, fósforo, enxofre e outros elementos.
08.6 - Fertilidade do solo, corretivos e fertilizantes
Diagnóstico da fertilidade, calagem, gessagem, adubação mineral ou orgânica, fertilizantes especiais e eficiência agronômica.
08.7 - Nutrição de plantas e diagnóstico nutricional
Absorção, transporte, balanço de nutrientes, análise foliar, diagnose visual, índices nutricionais e eficiência de uso.
08.8 - Saúde, qualidade e funcionamento do solo
Indicadores físicos, químicos e biológicos, avaliação integrada, supressividade, multifuncionalidade e serviços ecossistêmicos do solo.
08.9 - Conservação, erosão e manejo do solo
Erosão hídrica ou eólica, práticas conservacionistas, sistemas de preparo, cobertura e planejamento de uso.
08.10 - Degradação, recuperação e remediação de solos
Compactação, salinização, acidificação, contaminação, áreas degradadas, recuperação e fitorremediação.
08.11 - Relações solo-raiz-rizosfera
Arquitetura radicular, exsudatos, micorrizas, rizobactérias e processos na interface entre raízes e solo.
08.12 - Pedometria, variabilidade espacial e mapeamento digital
Modelagem espacial, sensores proximais, covariáveis ambientais, predição de propriedades e incerteza cartográfica.
08.13 - Resíduos, subprodutos e insumos para o solo
Uso agrícola de resíduos, compostos, biochar, remineralizadores, condicionadores e fertilizantes organominerais.
- Clima, Água e Resiliência de Sistemas Agrícolas
09.1 - Agrometeorologia e relações clima-cultura
Influência dos elementos meteorológicos no desenvolvimento, produtividade e qualidade das culturas.
09.2 - Variabilidade climática e mudanças climáticas
Tendências, cenários, teleconexões e impactos da variabilidade ou mudança do clima sobre a agricultura.
09.3 - Zoneamento agroclimático e aptidão agrícola
Zoneamento de risco, aptidão edafoclimática, calendários agrícolas e delimitação de ambientes de produção.
09.4 - Balanço hídrico, evapotranspiração e eficiência do uso da água
Demanda atmosférica, consumo hídrico, coeficientes de cultura, balanços e produtividade da água.
09.5 - Hidrologia agrícola e de bacias hidrográficas
Escoamento, infiltração, recarga, vazões, qualidade da água e relações entre uso da terra e processos hidrológicos.
09.6 - Manejo da irrigação e estratégias de uso da água
Programação da irrigação, déficit controlado, eficiência hídrica, fertirrigação e tomada de decisão.
09.7 - Secas, inundações e eventos extremos
Caracterização, monitoramento, previsão, impactos e estratégias de redução de riscos associados a extremos climáticos.
09.8 - Adaptação e resiliência de sistemas agrícolas
Diversificação, ajuste de calendários, cultivares adaptadas, manejo do solo e da água e estratégias de adaptação.
09.9 - Mitigação das mudanças climáticas na agricultura
Redução de emissões, sequestro de carbono, manejo de gases de efeito estufa e soluções baseadas na natureza.
09.10 - Fluxos de carbono, água e energia em agroecossistemas
Trocas entre solo, vegetação e atmosfera, balanço de energia e monitoramento de fluxos.
09.11 - Serviços climáticos e sistemas de alerta agrícola
Previsões sazonais, informações climáticas para produtores, alertas de risco e suporte à tomada de decisão.
09.12 - Segurança hídrica e gestão sustentável da água
Disponibilidade, qualidade, conflitos de uso, conservação e planejamento dos recursos hídricos para a agricultura.
- Extensão Rural, Inovação e Desenvolvimento Territorial
10.1 - Extensão rural e assistência técnica
Métodos, abordagens, modelos institucionais e avaliação de programas de extensão e assistência técnica.
10.2 - Comunicação rural e difusão de conhecimentos
Comunicação científica e tecnológica, mídias rurais, educação não formal e compartilhamento de informações.
10.3 - Adoção, difusão e apropriação de tecnologias
Determinantes da adoção, percepção de riscos, barreiras, processos de aprendizagem e impactos das tecnologias.
10.4 - Sistemas de inovação agrícola e redes de conhecimento
Interações entre pesquisa, extensão, produtores, empresas, cooperativas, governos e organizações sociais.
10.5 - Inovação social, co-inovação e pesquisa participativa
Construção coletiva de soluções, laboratórios vivos, plataformas de inovação e aprendizagem social.
10.6 - Desenvolvimento territorial e dinâmicas rurais
Organização territorial, identidade, capital social, desigualdades espaciais e estratégias de desenvolvimento rural.
10.7 - Agricultura familiar, cooperativismo e ação coletiva
Organização dos agricultores, associativismo, cooperativas, redes locais e fortalecimento da agricultura familiar.
10.8 - Economia rural e avaliação socioeconômica de tecnologias
Custos, rentabilidade, eficiência, viabilidade econômica, impactos distributivos e avaliação socioeconômica.
10.9 - Cadeias produtivas, mercados e circuitos de comercialização
Governança das cadeias, agregação de valor, mercados institucionais, cadeias curtas e comércio justo.
10.10 - Empreendedorismo rural, bioeconomia e sociobiodiversidade
Novos negócios, produtos da sociobiodiversidade, agregação de valor e desenvolvimento de economias territoriais.
10.11 - Políticas públicas, instituições e governança rural
Formulação, implementação e avaliação de políticas agrícolas, ambientais, territoriais e de desenvolvimento rural.
10.12 - Inclusão digital, agricultura digital e desigualdades de acesso
Acesso a tecnologias, conectividade rural, competências digitais e impactos sociais da digitalização.
10.13 - Gênero, juventude, sucessão e inclusão social no meio rural
Participação social, sucessão geracional, trabalho, equidade e inclusão de grupos historicamente sub-representados.
- Inteligência Artificial, Ciência de Dados e Modelagem Agroambiental
11.1 - Aprendizado de máquina e aprendizado profundo
Modelos supervisionados, não supervisionados, redes neurais e métodos de aprendizagem aplicados a problemas agrícolas.
11.2 - Visão computacional e análise automatizada de imagens
Detecção, segmentação, classificação e quantificação de plantas, pragas, doenças, solos e produtos agrícolas.
11.3 - Ciência de dados, mineração de dados e big data agrícola
Integração, tratamento, exploração e descoberta de padrões em grandes bases de dados agroambientais.
11.4 - Modelagem estatística e análise preditiva
Modelos preditivos, inferência, séries temporais, estatística espacial, métodos bayesianos e quantificação de incertezas.
11.5 - Modelagem de culturas e sistemas de produção
Modelos baseados em processos, simulação de crescimento, produtividade, manejo e respostas a diferentes ambientes.
11.6 - Modelagem de solos e ciclos biogeoquímicos
Simulação de água, carbono, nutrientes, matéria orgânica, emissões e transformações no sistema solo-planta.
11.7 - Modelagem hidrológica, climática e ambiental
Modelos de bacias, clima, balanço hídrico, erosão, transporte de sedimentos e dinâmica ambiental.
11.8 - Modelos híbridos e assimilação de dados
Integração entre modelos mecanísticos, aprendizado de máquina, dados de sensores e observações remotas.
11.9 - Sistemas de apoio à decisão, otimização e recomendação
Otimização de manejo, alocação de recursos, sistemas especialistas, recomendadores e ferramentas de suporte a decisões.
11.10 - Gêmeos digitais e simulação de cenários agrícolas
Representações digitais dinâmicas, simulação em tempo real, avaliação de cenários e agricultura preditiva.
11.11 - Modelagem geoespacial e espaço-temporal
Predição espacial, mapeamento, séries de imagens, análise de paisagens e integração de dados geográficos.
11.12 - Inteligência artificial aplicada ao fenótipo e ao melhoramento
Fenotipagem digital, predição de desempenho, seleção genômica, classificação de germoplasma e identificação de caracteres.
11.13 - Inteligência artificial explicável, responsável e reprodutível
Interpretabilidade, vieses, transparência, validação externa, reprodutibilidade, governança e uso ético de algoritmos.
11.14 - Bancos de dados, ontologias e interoperabilidade
Padronização, curadoria, metadados, integração de plataformas, dados abertos e princípios FAIR.
11.15 - Modelagem sistêmica e análise de sistemas agroambientais
Dinâmica de sistemas, modelos baseados em agentes, análise de redes, cenários integrados e relações entre componentes biofísicos e socioeconômicos.
Elaboração e atualização técnica: Elaine Luzia da Silva Leite (Editora Executiva)
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